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REPORTAGEM

Tá na cara que gozou!

O Bukkake, ou a prática de receber gozo (muito gozo) na cara, conta até com festa temática!

por Ferdinando Martins

O nome é esquisito. A prática atrai alguns e é condenada por outros. Bukkake é o que acontece em festas em que os convidados fazem muito sexo oral e gostam de levar porra na cara. É esse o objetivo! Mas não pense que é pouca porra, não...

Cozinha japonesa
Segundo Sérgio, que organiza festas desse tipo em sua casa em Alphaville (em Barueri/SP), ele já chegou a receber mais de 20 ejaculadas de uma só vez. “É uma delícia! Eu sinto aqueles homens todos gozando em cima de mim e vou ao paraíso”, diz, entusiasmado.

É essência do bukkake. A palavra vem do japonês e significa “molhar”. Existe até comida com esse nome, o bukkake soba, um macarrão com molho jogado por cima.

Foi no Japão dos anos 70 que começaram a surgir filmes pornôs héteros em que uma mulher recebia o gozo de vários homens na cara.

Era uma forma de os diretores driblarem a censura japonesa, que proibia a exibição de sexo genital nos filmes. Como a ejaculação não era vetada, os diretores usavam-na como forma de tornar a transa mais atrativa. Alguns historiadores, porém, afirmam que o bukkake é um costume antigo de certas comunidades japonesas e que era usado para punir mulheres adúlteras.

Versão gay
O fato é que, agora, a prática está se tornando popular também entre os gays, mesmo com os riscos de infecção por HIV/Aids e outras DSTs.

Sérgio, por exemplo, conta que tem uma lista de mais de 600 pessoas que praticam o bukkake. “Nas minhas festas, aparecem de 30 a 50 pessoas, mas se eu morasse em São Paulo ou outro lugar não tão afastado como Alphaville, teria de alugar um salão pra receber todo mundo”.

É só isso que rola nas festas? “Não”, diz Sérgio. “Na verdade, o bukkake é uma forma light de BDSM, com submissão. Geralmente, quem gosta de bukkake também gosta de chuva dourada, mas não quer passar para estágios mais hardcore, como fisting, ou algo mais escatológico. Nas minhas festas, eu coloco uma piscina de plástico para os que querem chuva dourada”. E penetração, pergunto. “E precisa?”, indaga Sérgio. “Tem quem ‘come’ nas festas, sim, mas ninguém está muito interessado nisso”.

Para encontrar interessados, Sérgio visita sites de relacionamento, em que é fácil encontrar apelidos como bukkakeboy, bukkakeguy, ou, então, gays interessados em “gozo na cara”, “gozo facial” e afins: “Tem sempre quem está interessado. A comunidade bareback é outra que se interessa pelo bukkake, mas eles preferem engolir, em vez de receber na cara”. De brincadeira, ele diz que o gozo melhora a aparência da pele: “É o espermo-cream”.

Prazer versus saúde
Sobre os riscos para a saúde, Sérgio é enfático: “Isso é responsabilidade de cada um”. A médica Mariuccia Marciano, no entanto, condena: “Os riscos de contaminação com HIV via sexo oral é um assunto polêmico entre os médicos. Alguns defendem que são mínimos, outros que é uma via de risco médio. No entanto, o risco existe, ainda que mínimo, e é maior quando se recebe uma grande quantidade do vírus, o que ocorre quando se engole o esperma”. A médica ainda alerta para outras possíveis infecções bacterianas e virais, como herpes, HPV e hepatite.

 









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