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Amor gouinage

Uma nova tendência sexual cresce e ganha adeptos no Brasil… “Nova”? Bem, o assunto, na verdade, é conhecido – mas só há pouco tempo foi criado um termo para identificar essa forma de prazer

por Marcos Piovesan

Clique na imagem acima para ver uma cena

A “nova” tendência sexual é, na verdade, o sexo sem penetração! Acreditem os leitores ou não, é cada vez mais comum encontrar gays que querem ter prazer entre si – mas que não envolva o bom e velho sexo anal.

Saindo à francesa

A nomenclatura gouinage veio da França, e a palavra, na realidade, não tem uma tradução exata: na origem, está mais próxima do sexo lésbico, já que como dissemos, refere-se ao ato de transar sem penetração (como parte das meninas homossexuais faz).

Entendam os leitores, entretanto, que o gouinage hoje não está relacionado somente ao sexo entre mulheres, mas a qualquer tipo de relação sem penetração.

 Esses “tipos” incluem, obviamente, o sexo oral, mas também todas as formas das chamadas preliminares, que, justamente por não haver nada entrando em nada, têm aqui um papel muito mais importante do que na transa, digamos, mais tradicional.

Chama a atenção, porém, que mesmo assim, o termo ainda seja desconhecido de muitos gays. “Nossa, é isso que é gouinage? Olha, já faço isso há tanto tempo e não sabia que só agora deram um nome”, surpreende-se Carlos, 35 anos, de Florianópolis/SC. O mesmo espanto foi detectado em outros entrevistados para esta reportagem: não pela novidade em si, mas por já o praticarem, e somente agora ter sido rotulado…

Verdade seja dita, o próprio leitor já deve estar refletindo e se dando conta de que em algum momento de sua vida sexual, já fez gouinage: aquelas experiências em que beijos, abraços e masturbação mútua faziam com que chegássemos ao orgasmo, dispensando o sexo anal.

Ser gouine ou não ser?

As justificativas para dispensar a penetração, inclusive, variam entre os praticantes. Para Pedro, 19 anos, de Maringá/PR, a questão é de liberdade: “Sinto uma grande liberdade sexual, sem pressões, através do gouinage”.

“É um sexo completo”, afirma Rômulo, 24 anos, de São Paulo/SP. “Por mais que as pessoas não acreditem nisso… Seu parceiro faz carícias em você e você nele: a função de ambos é dar prazer da mesma forma um ao outro”. O assunto, porém, ainda é recente no Brasil.

Somente agora, há pessoas se organizando em comunidades para discutir o gouinage – e parece que o interesse pela prática aumentou quando saiu uma reportagem na revista francesa Pref Mag, com o título “Ser gouine ou não ser”?

No texto, há algumas controvérsias. Para eles, a prática do gouinage pode estar diretamente ligada ao “sexo tântrico”. Na realidade, seriam ensinadas técnicas para que você possa aumentar o prazer sexual sem o toque de outra pessoa.

No entanto, no gouinage, é indispensável que haja o contato sexual com seu parceiro. Não se resume tudo às preliminares, no sentido estrito do termo, como muitos devem pensar. O lance é chegar ao orgasmo da mesma forma, só que sem a penetração.

Um efeito “colateral” interessante da técnica é que, por isso mesmo, não existe a classificação de ativo, passivo ou versátil. “Descobri que gostava disso há pouco tempo, por saber que não há essa rotulação”, diz Luciano, 42 anos, de Curitiba/PR. “Já cheguei a me envolver, em baladas, com homens com quem trocava carinhos e, na hora do vamos ver, descobríamos que gostávamos do mesmo em se tratando de sexo anal… Então optei, algumas vezes, por continuar curtindo a pessoa assim mesmo e tendo prazer da mesma forma”.

Polêmicas

Nem tudo, porém, são flores. Há quem considere o gouinage uma forma de negar o sexo gay. Para esses, contato sexual pressupõe penetração.

Daniel, 20 anos, de Salvador/BA, revolta-se: “Não gosto nem de penetrar e muito menos ser penetrado. Acho desconfortável, dolorido e anti-higiênico”.

Do ponto de vista médico, o gouinage pode ter lá suas vantagens. Dependendo do caso, as pessoas podem estar menos propensas a contrair doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e até mesmo se livrar do desconforto da chuca (lavagem intestinal) ou das microfissuras que, por vezes, se formam durante o ato. “Já tive até hemorragia por causa de caras que penetram com força…”, conta Jader, 32 anos, de Fortaleza/CE.

Novos adeptos?

Os praticantes do gouinage reclamam que, por ainda faltar informação, é difícil achar parceiros que curtam o mesmo. “Tenho dificuldade em encontrar alguém que curta gouinage, principalmente aqui, em Fortaleza”, relata Jader.

Ele não é o único a desabafar. “Apesar das comunidades que vemos na internet, ainda é muito difícil se relacionar com algum homem que goste de sexo sem penetração”, confirma Felipe, 35 anos, de Niterói/RJ.

Em uma pesquisa nas redes sociais, encontramos comunidades relacionadas ao assunto e que até promovem o encontro entre pessoas que curtem sexo sem penetração. No Orkut, há uma com mais de 300 membros, que diz: “O gouinage é uma prática livre, que não tem códigos nem restrições (…). Chega de rótulos!! Todos temos liberdade de prazer, sem distinção e sem preferência!”. No Facebook, há uma página sobre o assunto com mais de 300 curtidas.

Quem sabe, num futuro próximo, torne-se mais fácil encontrar gays que não tenham vergonha de assumir o fato de não gostarem de sexo anal… Se esse for o seu caso, pode ser o momento de sair do armário!

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