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  - Fellipe Marques: o belo que resiste ao tempo flilipe1

Conheço FELLIPE MARQUES há quase 10 anos. Ainda me recordo da primeira vez.. Leia Mais

Faturando o garçom

O que tenho a relatar aconteceu em 2001, quando eu ainda morava na Bahia. Meu pai tinha um restaurante e um pequeno bar no litoral norte do estado, e eu tinha de administrar os dois. Acabava não sobrando tempo para curtir toda aquela praia.

Na época, até onde eu sabia, sempre havia me interessado por garotas – ainda mais quando as via de biquíni, totalmente bronzeadas. Sequer imaginava o que podia rolar entre dois homens.

Eu estava, por sinal, namorando há um mês com uma menina – e, apesar de tentar algo com ela, dizendo que já estava na hora de rolar, sabem, algo mais, ela me dizia sempre que não estava preparada. Vivia louco pra transar, mas, como ela não baixava a guarda, acabava sempre batendo uma punheta para amenizar.

Foi quando aconteceu de meu pai contratar dois rapazes para trabalhar como garçons: o Adriano, de 19 anos; e o Gilson, de vinte e poucos.

O Gilson, eu já conhecia de vista. Sabia que ele era gay assumido, apesar de não deixar transparecer. Agora, o Adriano, eu nunca tinha visto.

Enfim, como eles estavam ali pra trabalhar, expliquei alguns detalhes de como funcionava o restaurante e o bar, que ficavam em pontos diferentes da praia – e, assim, começamos o dia.

Com o passar do tempo, percebi que Adriano me encarava muito e, de vez em quando, ainda soltava algumas indiretas. No entanto, eu preferia ficar na minha, como se não entendesse nada.

Certa noite, eu e minha namorada estávamos com alguns amigos tomando vinho no meu bar, quando chegaram os dois garçons. Depois de termos tomado todo um garrafão – e vendo que estava ficando tarde –, decidi fechar o bar.

Foi quando Adriano me falou que a noite estava “só começando”. Eu estava tonto pelo vinho. Então, me aproximei dele, peguei sua mão e coloquei-a sobre meu pau, que já estava em riste dentro da cueca e doido de tesão de foder alguém, mesmo que fosse um homem.

Marcamos de nos encontrar ali, no bar, logo depois de eu ter dispensado minha namorada em sua casa. Já passava da meia-noite quando voltei, e lá estava ele a me esperar.

Abri o bar, entramos e tranquei a porta. Não acreditava no que eu estava fazendo. Tirei minha camisa, apesar de estar nervoso com tudo aquilo.

Adriano começou a me alisar. Pousou sua mão sobre meu pau, abriu minha bermuda e me deixou só de cueca. Daí, tirou sua roupa e pude ver seu corpo malhado e sem pêlos, todo lisinho. Ele voltou onde tinha parado: tirou minha cueca. Meu pau saltou, babando de tesão.

Na sequência, Adriano se ajoelhou e começou a chupá-lo. Primeiro, aquela cabeçorra rosada – e, aos poucos, foi engolindo por completo meus 19 cm de rola com sua boca quente e gulosa. Eu gemia de tesão, e ele passou a chupar meu saco enquanto batia uma gostosa punheta no meu cacete.

Não sabia como um cara podia dar tanto prazer a outro. Tomado de tesão, deixei de lado todos os tabus e pedi pra comer seu cuzinho.

Mais que depressa, Adriano virou aquela bunda lisinha e bem gostosa pra mim. Apoiou-se no freezer, arrebitou o rabinho e, com as duas mãos, arreganhou bem, deixando à mostra um cuzinho liso que piscava, pronto pra levar ferro.

Não pude resistir mais. Cuspi no meu pau e comecei a esfregar na sua entradinha, deixando aquele garçom safado ainda mais doido de tesão. Sem que ele me pedisse, passei a invadir o buraquinho. Fui metendo meu pau aos poucos naquele cuzinho apertado e quente.

Adriano começou a rebolar e a gemer. Quando meti todo o pau, iniciei um gostoso vaivém, segurando seus quadris. Perguntei se era aquilo que ele queria, e, descaradamente, o safado me respondeu que era o que desejava desde a primeira vez que me viu.

Foi demais pra mim, e, como eu já estava prestes a gozar, acelerei meus movimentos. Não demorou, e, feito louco, gozei dentro do seu cuzinho, derramando meu leite quente e grosso lá dentro.

Tirei meu pau do seu cu, e a pica ainda estava em riste. Mais que depressa, Adriano veio sugar a última gota. Nós nos recompusemos e fomos embora.

No dia seguinte, durante o expediente, fingimos que nada havia acontecido – e foi melhor assim. Afinal, quem come calado, come uma… Come duas… Come três vezes…

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