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  - Fellipe Marques: o belo que resiste ao tempo flilipe1

Conheço FELLIPE MARQUES há quase 10 anos. Ainda me recordo da primeira vez.. Leia Mais

Meus dois cunhados

Minha história já fez vários aniversários, pois aconteceu há alguns anos. Sou obrigado a mudar os nomes para preservar tanto minha identidade quanto a dos outros dois envolvidos, pois eles nem sonham que estou contando isso. São meus cunhados. Sim, isso mesmo. Meu conto envolve os maridos de minhas irmãs!

Meu nome é Bruno e hoje tenho 33 anos, mas isso aconteceu quando eu estava na adolescência. Naquela época, minha irmã mais nova tinha ido fazer um intercâmbio no Canadá. Ao voltar, estava acompanhada de um aluno daquele país. Seu nome era Dworick, da mesma faixa etária que nós dois.

Fui buscá-la no aeroporto com minha outra irmã, mais velha, e seu marido, Paulo, um homem já com 30 anos de idade. Ele era do tipo grandão, mais ou menos 1,80 m de altura, forte, cabelos meio desgrenhados e precisando de corte, mas sempre foi lindo: pernas grossas, pés enormes, todo gostoso – e continua assim.

Já Dworick era um tipo exatamente oposto. Lindo também, mas magrelo e muito branco, com olhos azuis e longos cabelos loiros, mais ou menos 1,75 m. Quando ele chegou, notei que todos ficaram admirados com sua beleza. Até Paulo, metido a machão, não conseguiu disfarçar muito bem.

Finalmente, soube que Dworick estava namorando minha irmã mais nova – mas, como nosso pai não deixou que dormisse em nossa casa, ele se hospedou na casa em que viviam Paulo e minha outra irmã.

Confesso que bati várias punhetas imaginando meus dois cunhados – cada um gostoso a seu modo – me comendo, mas nunca passou pela minha cabeça que veria aquela cena… Aquela cena…

Paulo e Dworick costumavam jogar futebol, e, sempre que chegavam, minha irmã mais velha estava na casa dos meus pais. Por causa disso, certa vez, tentei ver um dos dois pelados e fui até lá.

Quando cheguei, não pude acreditar no que presenciei. Dworick, ainda com o short do time, estava de pau duro. Paulo também, e com uma pica enorme, de mais ou menos uns 23 cm, dura como rocha, embaixo do chuveiro.

A princípio, não entendi nada, mas fiquei com o maior tesão. Permaneci escondido, olhando e me masturbando. De repente, Paulo começou a bater uma punheta. Dworick chegou perto dele, olhou para os lados, abaixou-se e enfiou toda aquela piroca cabeçuda e pulsante na boca! Meu coração quase parou! Gozei na hora! Saí sem que me vissem. Pelo menos, achei que não.

Entretanto, no mesmo dia, um pouco mais tarde, Paulo me chamou para ir à sua casa, alegando que precisava de um favor. Minha irmã mais velha, que tinha ido dar o recado, ficou brincando com meu sobrinho e minha mãe.

Fui, então, ver Paulo sozinho. Quando cheguei, me deparei com Dworick, que estava entrando no banheiro. Fiquei com medo. Em seguida, Paulo apareceu e, sem dizer nenhuma palavra, levou minha mão até sua rola dura. Finalmente, perguntou se eu queria chupar, como Dworick fazia havia meses.

Tomado de tesão, não pensei duas vezes. Fomos para o quarto, e caí de boca, ao mesmo tempo em que morria de inveja de meu outro cunhado – que, então, saiu do banheiro! Ele saiu pelado, e pude ver que também tinha uma pica grande e gostosa, um pouco mais fina que a de Paulo e de uns 20 cm talvez.

Dworick enfiou o mastro em minha boca. Socou, socou, e, por uns instantes, chupei meus dois cunhados ao mesmo tempo. Depois, abaixou-se e chupou a rola de Paulo comigo. Paulo logo esporrou, e tenho certeza de que nunca havia gozado como naquele dia.

Em seguida, Dworick me deitou de lado, pôs a camisinha e enfiou todo aquele monstro no meu cuzinho.

Eu já não era mais virgem, mas era como se fosse. Doeu muito e cheguei a sangrar, mas o tesão era mais forte.

A essa altura, a pica de Paulo já estava em ponto de bala novamente na boca de Dworick. Olhei pra cima e, quando vi todo o cu de Paulo na minha cara, não resisti: chupei todo o saco de meu cunhado grandão, lambendo até o buraquinho.

Paulo e Dworick gozaram quase juntos. Pude sentir toda a contração do cuzinho de Paulo na minha boca no momento do gozo, enquanto o canadense loirinho me enchia com seu leite quente. Não demorei a acompanhá-los: explodi num gozo abundante que melou toda a cama.

De lá para cá, nós três já transamos várias vezes. Hoje, somos apenas amigos, mas há coisas que o tempo nunca apaga…

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