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O sogro do meu irmão

por Adriano C.

Sou o segundo de três irmãos. Recentemente, o caçula, de 19 anos, engravidou a filha de um vizinho. Depois que a criança nasceu, os dois foram viver juntos comigo e com meus pais, num sítio perto de São José do Rio Preto, interior de São Paulo. Por causa disso, passamos a receber visitas constantes dos pais dela.

Seu Valter é o sogro de meu irmãozinho. É um homem de 48 anos, bigode, cabelos um pouco grisalhos e lisos, peito largo e com pelos que ficam à mostra pelos botões abertos da camisa. Tem mãos grandes e firmes de quem pega no pesado, braços fortes e uma “mala” que enche as calças.

Eu sempre tentava ficar a sós com ele e não conseguia tirar os olhos de seu pacotão volumoso, mas jogava conversa fora, disfarçava, sempre me contive.

Isso durou uns cinco meses, mas seu Valter havia notado que eu nutria tesão por ele. Com o passar do tempo, durante nossas conversas, abria mais as pernas e passava a mão na mala. Eu chegava a ficar de pau duro, e ele percebia minha excitação e desconforto.

Entretanto, nada de concreto havia acontecido… Até um certo domingo, por volta das 9 da manhã. Todos haviam saído para visitar minha avó. Como era de costume, a porta da cozinha estava só encostada, e apenas eu permanecia dormindo. Havia chegado tarde da balada.

Acordei com o ronco da moto de Seu Valter. Ele conhecia os hábitos da casa, sabia qual porta fica encostada e provavelmente sabia que eu estava sozinho – e entrou.

Continuei deitado de barriga pra cima, os braços encobrindo os olhos e só de shorts, sem cueca e sem camisa. Tenho 22 anos, 1,79 m, corpo malhado e bronzeado pelo árduo serviço no campo.

Seu Valter lentamente empurrou a porta de meu quarto. Pela respiração e pelo barulho, percebi que ele tirava as calças e que estava excitado.

Decidi continuar de olhos fechados. Foi quando senti Seu Valter sentando com as pernas abertas sobre meu peito e prendendo meus braços junto ao corpo. Ele segurou minha cabeça e dirigiu sua vara à minha boca. Eu lentamente a abri, sem resistência. Comecei a chupar aquele cacete digno de um macho, capaz de causar inveja a muito ator pornô. Devia ter uns 22 cm e era grosso.

Seu Valter gemia e enfiava cada vez mais fundo: “Chupa, veado, engole essa picona, engole tudo”. Chupei com gosto e vontade por um bom tempo. Ele, percebendo que não havia resistência, me pôs de quatro em cima da cama e passou cuspe com os dedos na cabeça do seu pau e cuspiu no meu cu.

Deu uma esfregada – e forçou pra dentro de mim! Soltei um grito quando a vara rompeu minhas carnes. “Empina esse rabo que eu quero te foder até você chorar”, disse ele, e logo começou a dar estocadas cada vez mais fortes, num entra-e-sai frenético.

Seu Valter me virou de barriga pra cima e, sem tirar o pau duro de dentro, ergueu minhas pernas e aumentou a velocidade das estocadas. Mandava ver como um cavalo, com aquele mastro latejando e arregaçando meu botãozinho. Ele gemia cada vez mais.

Tirou a jeba do meu rabo, e eu o punhetei com a mão esquerda, enquanto me punhetava com a direita. Gozamos juntos. A porra dele veio parar na minha cara, e ele aproximou seu pauzão meio mole e esfregou-a nos meus lábios.

Encontrei Seu Valter mais duas vezes, e transamos muito. Infelizmente, ele e sua esposa mudaram para o Mato Grosso, mas meu irmão e minha cunhada vão visitá-los em breve. Fui convidado a ir também, e não vejo a hora de saborear novamente a pica tesuda de Seu Valter.

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