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Trepando com o vovô

por Dri Cardoso

Tenho olhos castanhos, cabelos pretos, 1,80 m, moreno, de corpo definido e curto motos. Tenho 22 cm de verga e, na época, 20 anos. Hoje, tenho 25.

Nos fins de semana, à noite, eu trabalhava como entregador de pizzas e, um dia, fui informado de que devia entregar quatro delas em um condomínio de luxo. Ao chegar e tocar o interfone, alguém dentro da casa respondeu pedindo que eu entrasse, pois a porta da sala estava apenas encostada.

Isso não acontecia com frequência, mas entrei na sala de visitas – um salão enorme e luxuoso, com móveis requintados e um lustre muito grande de cristais italiano. Surpreso com tudo aquilo, fiquei em pé com as pizzas na mão, esperando que alguém viesse recebê-las e trazer o dinheiro.

Logo apareceu um senhor alto, de uns 50 e poucos anos, cabelos bem grisalhos, olhos azuis e traços europeus. Usava um roupão de seda azul que mostrava o peito e me cumprimentou educadamente.

Quando passei o valor, ele se virou de costas, foi até a escrivaninha e se abaixou para pegar o dinheiro. Fez isso levantando o roupão e fazendo questão de mostrar o rabo: uma bunda empinada, branca e peluda. Pagou-me com duas notas de R$ 100, disse que eu podia ficar com o troco e, se lhe fizesse outro favor, podia receber mais gorjeta.

Percebi na hora quais eram suas intenções. Respondi que não estava acostumado a fazer aquele tipo de serviço e que não podia demorar muito devido ao horário de trabalho – mas disse que tudo bem.

Ele me pediu para sentar no sofá e me ofereceu uma bebida, que recusei. Disse que era casado, que sua mulher estava viajando e queria experimentar “algo diferente” naquela noite. Eu tinha namorada, mas a grana me interessou bastante…

O vovô tirou o roupão, ajoelhou-se entre minhas pernas, acariciando-as, desabotoou meu jeans, tirou meu tênis e, por fim, me deixou de cuecas, camiseta e jaqueta. Ele dizia para que eu relaxasse e curtisse. “Que pauzão cheiroso e grosso você tem, garoto!”, dizia, enquanto acariciava minha jeba. Segurou a pica, acariciou bastante e, apertando, esfregou minha rola na cara e na boca. Melou minha cueca.

Depois, tirou a cueca e mamou com vontade. Não pude evitar: minha vara apontava pro teto. Ele tinha lábios macios e uma língua frenética. Engolia e abocanhava meu cacete com vontade e tesão. Eu gemia de prazer, da chupetinha que o vovô fazia.

Ele levantou minhas pernas e começou a lamber e chupar minhas bolas até colocar as duas dentro da boca. Logo, desceu um pouco mais e lambeu meu rabo com vontade, saboreando minhas pregas. “Ai, que picona grossa e tesuda você tem, neném! E que cuzinho cheiroso!” – e metia a língua, alternando a boca na minha pica e no meu rabo.

Em seguida, vovô ficou de quatro e implorou para que eu metesse em seu cuzinho. “Me coma bem gostoso, enterra essa pica no meu rabo e me faz chorar de tesão”, dizia ele enquanto passava os dedos pela porta do cuzinho.

Pus uma camisinha, cuspi na minha vara e no cuzinho dele, posicionei a cabeça bem na portinha e mandei ver. O pau deslizou, rasgando-lhe as pregas, arrombando o rabo do velho. Eu me empolguei e montei com vontade, como um cavalo trepando numa égua no cio. Enterrei até o talo!

Vovô gemeu de dor, mas o rabo agasalhou minha pica de 22 cm todinha, enquanto ele gemia e se contorcia, pedindo para ser arrombado, e piscava com o cu apertando minha vara. Eu dava estocadas cada vez mais rápidas – e não parou por aí: ele também se deitou de bruços, de barriga pra cima, de lado, sentou na rola… E sempre pedindo para que eu não parasse e o esfolasse sem dó. Trepamos por cerca de uma hora. Foi incrível! Ele era insaciável! Deixava minha namorada no chinelo em matéria de chupar e dar o rabo.

Depois dessa trepada, passamos a nos encontrar pelo menos uma vez por mês. Ele sempre me dava dinheiro e presentes. Isso durou dois anos e meio. Depois, ele mudou de cidade – e até hoje procuro alguém que possa me dar o prazer que vovô Célio me dava.

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