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Conheço FELLIPE MARQUES há quase 10 anos. Ainda me recordo da primeira vez.. Leia Mais

Um pinto para chamar de meu

por Eduardo Garutti

Adriano era o nome de um garoto moreno, cabelos pretos e lisos, dentes brancos, olhos castanhos e penetrantes, lindo de morrer. Vivia enrabando quase todos os garotos do bairro.

Eu, Eduardo, tinha maior tesão por ele, mas, devido a velhos preconceitos, não me entregava a esse desejo, vivia fugindo de seu olhar.

Entretanto, um dia, o rumo das coisas mudou. A família de Adriano viajou para Ribeirão Preto, em São Paulo, e ele ficou, pois tinha de prestar um concurso.

Numa tarde, seus olhos cruzaram novamente com os meus. Dessa vez, aproveitei e não fui covarde: correspondi. Ele, sorrindo, sentiu-se livre para se aproximar – e acabou me convidando para dormir em sua casa, pois não gostava de passar as noites sozinho. Topei na hora, mesmo porque Adriano morava a apenas meio quarteirão de minha casa.

Quando cheguei, ele pediu que eu ficasse à vontade. Foi tomar banho e me deixou entregue à minha imaginação, o que quase me enlouqueceu – mas logo fui chamado à realidade e pude conferir que era bem melhor.

Adriano saiu com a toalha amarrada na cintura, e, de pronto, lancei um olhar que devorava seu corpo.

– Posso tirar? – perguntou ele.

Em fiquei sem voz. Apenas fiz sinal com a cabeça, assentindo. Foi a deixa para que o tesão tomasse conta de nós dois.

Quando dei por mim, já estava com aquele pinto maravilhoso entre os lábios, fazendo uma chupeta maravilhosa.

Seu cacete era simplesmente delicioso, grosso, de uns 18 cm, e com bolas peludas e divinas que logo comecei a engolir, enquanto meu pinto endurecia e babava, acendendo ainda mais minha vontade de dar o cuzinho.

Pressentindo meu desejo, Adriano começou a arrancar toda a minha roupa, atirando-a no outro sofá. Foi aí que me surpreendi: ele me pôs de frango assado no braço da poltrona e começou a lamber e mordiscar minha bunda. Dava deliciosas linguadas no meu buraquinho, babava e ia me amaciando, penetrando com o dedo.

Não resisti e, quase chorando, implorei por vara no rabo. Ele sabia o que fazer, pois era um verdadeiro viciado em cu: pincelou a cabeça do pinto na portinha e, a seguir, aos poucos e bem devagar, mas firme e sem parar nenhuma vez, enfiou até o saco, alargando minhas pregas.

Começou, então, um entra-e-sai sem fim. Eu queria gritar, dizer que era feliz, mas murmurava baixinho, e só para Adriano, que o amava e que agora já não saberia viver sem ele.

Naquela noite, Adriano me comeu quatro vezes, afora as mamadas que dei em seu pau, seu saco, seus mamilos… E os beijos em sua boca.

Hoje, sou só dele, e ele é apaixonado por mim. Abandonou todos os moleques que, com certeza, ainda choram por ele. Nós nos amamos demais – e metemos todos os dias!

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